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Começa nesta sexta-feira, 15 de maio, as aulas de Arqueologia Bíblica no STBG.

Nesta sexta-feira, 15 de maio, inicia o ciclo de aulas da disciplina de Arqueologia Bíblica no Seminário Teológico Batista Gilgal (STBG). A matéria será ministrada pelo ex-reitor da instituição, pastor Gideão Bezerra Muniz, e promete levar os alunos a uma imersão no contexto histórico e científico das descobertas arqueológicas relacionadas à Bíblia.

Ao longo de quatro aulas, os estudantes terão contato com os fundamentos da arqueologia aplicada aos estudos bíblicos, compreendendo como artefatos antigos encontrados em pesquisas arqueológicas ajudam a decifrar, analisar e validar registros históricos das Escrituras e aspectos da vida nos tempos bíblicos.

A disciplina está fundamentada em três bases principais da cultura arqueológica: forma, tempo e espaço.

A primeira delas é a forma. Os artefatos descobertos recebem classificações e nomes que muitas vezes fazem referência ao local onde foram encontrados. Um exemplo clássico são “Os Manuscritos do Mar Morto”, rolos antigos encontrados em cavernas próximas ao Mar Morto. Além da nomenclatura, os objetos também são classificados conforme seu tipo, como vasos, facas, tigelas, rolos e outros utensílios.

A segunda base é o tempo. A identificação do período histórico acontece pela maneira como os materiais foram produzidos e trabalhados, seja em madeira, osso, barro ou outros elementos. As variações na produção revelam características culturais e cronológicas de determinados povos, permitindo aos pesquisadores compreenderem a época em que cada artefato foi confeccionado.

Já a terceira base é o espaço. As diferenças na produção de utensílios e objetos materiais entre diferentes regiões demonstram influências do meio ambiente e das necessidades de adaptação dos grupos humanos. Essas características ajudam os arqueólogos a identificar contextos geográficos e culturais específicos.

Dessa forma, é a combinação entre forma, tempo e espaço que sustenta as evidências arqueológicas e contribui para a compreensão histórica do universo bíblico.

A avaliação final da disciplina já está agendada para o dia 12 de junho.

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